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terça-feira, 17 de junho de 2014

Serva de Deus Aléxia González-Barros, Virgem (faleceu em odor de santidade aos 14 anos, vitimada por um câncer ósseo na coluna vertebral).




Alexia González-Barros, uma menina espanhola que viveu sua enfermidade -um tumor na coluna vertebral- com uma grande alegria, fé e força. Alexia faleceu em 1985 quando tão somente contava com 14 anos e em 1993 se abriu seu processo de beatificação.

Alexia Gonzalez-Barros e Gonzalez nasceu em Madri no dia 7 de março de 1971. Era a filha caçula de sete irmãos. Seus pais, Francisco e Moncha, a educaram desde pequena em um clima de liberdade, carinho e alegria.

Foi uma menina normal e divertida. Fez sua Primeira Comunhão em 08 de maio de 1979 em Roma, junto ao lugar onde repousam os restos mortais de São Josemaría Escrivá (fundador do Opus Dei), a quem tinha muito carinho e devoção.

No dia seguinte de sua Primeira Comunhão, em 09 de maio de 1979, se acercou de São João Paulo II durante uma audiência pública no Vaticano. O Papa a abençoou e lhe deu um beijo na fronte.

 Levou uma vida normal, estudava, fazia planos com suas amigas, veraneava com sua família e seus avós. Teve a oportunidade de peregrinar com seus pais e seus irmãos à Terra Santa.

Esteve em Belém, onde cumpriu um de seus grandes desejos: beijar o lugar onde nasceu Jesus.
Em fevereiro de 1985, descobriu um tumor maligno que a deixou paralítica em muito pouco tempo. Tinha só 13 anos de idade. Foi submetida a dolorosos tratamentos e quatro intervenções cirúrgicas em somente dez meses.

Tudo enfrentou com paz e alegria. Aceitou sua enfermidade desde o início e ofereceu seu sofrimento pela Igreja, pelo Papa e por todas as almas. Faleceu em Pamplona, rodeada por sua família, em 05 de dezembro de 1985.

Foto de Aléxia com sua mãe após a quarta cirurgia. 
Seus vários biógrafos narram que sua força, paz e alegria foram constantes ao longo da doença, como resultado de sua fé e educação religiosa.

Segundo contam alguns, ela aceitou a sua doença, e decidiu, já, oferecer seu sofrimento e limitações físicas para a Igreja, para o Papa e para os outros:


 “Jesus, eu quero ficar boa, quero me curar, mas se você não quiser, eu quero o que você quiser”, diz Alexia.


Corpo de Aléxia após sua santa morte

Local onde repousam os restos mortais de Aléxia

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