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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Bem-Aventurados André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Presbíteros, Mateus Moreira e outros 27 companheiros leigos, Mártires


No dia 03 de outubro, a Igreja no Brasil comemora a Memória dos Protomártires do Brasil: os Beatos André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, presbíteros, Mateus Moreira e outros 27 companheiros leigos, Mártires, brutalmente trucidados pelos invasores holandeses e índios a eles associados em 1645.
Todos conhecem um pouco da história da ocupação holandesa no Nordeste do Brasil. Os países baixos, antiga possessão espanhola e em guerra contra a Espanha, atacaram o Brasil, que na época tinha como soberano o Rei Felipe II, espanhol. A 1ª invasão ocorreu em maio de 1624, quando os holandeses tomaram a Bahia; foram expulsos em 1625, com ajuda de uma frota espanhola. Não desistiram, e em 1630 invadiram Pernambuco, tomando Olinda e Recife. Conseguiram fixar-se e aumentar os seus domínios em todo o litoral nordestino: Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Para governar Pernambuco foi enviado o príncipe
Maurício de Nassau, que governou com muita habilidade, atraindo a amizade dos brasileiros.


No Rio Grande
Os holandeses chegaram à Capitania do Rio Grande, hoje Estado do Rio Grande do Norte, dia 8 de dezembro de 1633. Depois da rendição dos portugueses da Fortaleza dos Reis Magos, que defendia a entrada marítima da cidade, a principal preocupação dos invasores foi assumir, o quanto antes, os pontos estratégicos que garantiam a economia da região e a subsistência da população. A principal fonte de renda era o gado, seguido da cana-de-açúcar.
Havia dois engenhos: o Potengi, economicamente decadente, e o Cunhaú. Ora, quando os holandeses chegaram a Natal, vários moradores importantes refugiaram-se no Potengi, propriedade de um deles, na esperança de que viesse ajuda da Paraíba e Pernambuco. Foram perseguidos. Os invasores, com a ajuda dos índios Tapuias, mataram Francisco Coelho, dono do engenho, sua mulher e seis filhos, e todas as outras pessoas que ali se encontravam, em número de 60. Este foi o primeiro massacre realizado pelos holandeses no Rio Grande. Como não havia a motivação religiosa, não é considerado um martírio pela fé.
Enquanto o Potengi estava quase desativado, o engenho Cunhaú era o mais importante centro da economia da capitania. Foi por isso palco de muitas lutas pelo seu controle, entre portugueses, índios e holandeses. Passadas todas as turbulências no período inicial da invasão, a vida do engenho voltou a sua normalidade. Ao redor da capela de Nossa Senhora das Candeias, da casa grande e do engenho, viviam pacatamente 70 modestos colonos e suas famílias. Durante a ocupação holandesa, a Igreja no Rio Grande do Norte, implantada pelo trabalho missionário dos jesuítas e estruturada em duas paróquias, a de Natal e a de Cunhaú, passou por um período de crise causada pelas autoridades hostis à Igreja e pela busca de novos fiéis por pastores calvinistas.
O calvinismo era a principal religião em terras flamengas (Holanda e parte da atual Bélgica). Com o tempo essa situação hostil transformou-se em verdadeira perseguição religiosa, que culminou com os massacres de Cunhaú e Uruaçu.



Martírio de Cunhaú
Dia 15 de julho chegou a Cunhaú Jacó Rabe, trazendo consigo, como sempre, seus amigos e liderados, os ferozes tapuias, e, além deles, alguns potiguares com o chefe Jerera e soldados holandeses. Jacó Rabe era conhecido por seus saques e desmandos, feitos com a conivência dos holandeses, deixando um rastro de destruição por onde passava. Dizendo-se em missão oficial pelo Supremo Conselho Holandês do Recife, convoca a população para ouvir as ordens do Conselho após a missa dominical no dia seguinte. Sua simples presença deixou todos tensos e temerosos.
Uma chuva torrencial na manhã de domingo, dia 16, alagando sobremaneira os caminhos da região, impediu que o número de pessoas a comparecer na missa fosse maior. Foi uma chuva providencial.
Pelo receio de Rabe, alguns esperaram na casa de engenho. Os fiéis chegaram, em grupos de famílias, para cumprir o preceito dominical, e Pe. André de Soveral iniciou a missa...
Beato André de Soveral, presbítero
Após a elevação da hóstia e do cálice, erguendo o Corpo do Senhor para a adoração dos presentes, a um sinal de Jacó Rabe, foram fechadas todas as portas da igreja e se deu início à terrível carnificina”. Foram cenas de grande atrocidade: os fiéis em oração, tomados de surpresa e completamente indefesos, foram covardemente atacados e mortos pelos flamengos com a ajuda dos tapuias e dos potiguares. Ao perceber que iam ser mesmo sacrificados, os fiéis não se rebelaram. Ao contrário, "entre ânsias se confessaram ao sumo sacerdote Jesus Cristo Senhor Nosso, pedindo-lhe cada qual, com grande contrição, perdão de suas culpas", enquanto o Pe. André estava "exortando-os a bem morrer, rezando apressadamente o ofício da agonia".
Os primeiros ataques ao venerando sacerdote, Pe. André de Soveral, partiram dos tapuias. O Padre, porém, falando a língua indígena na qual era bem versado, exortou-os a não tocar na sua pessoa ou nas imagens e objetos do altar, sob pena de ficarem tolhidas as mãos e as partes do corpo que o fizessem. Os tapuias recuaram receosos. Mas os potiguares não deram importância às palavras do sacerdote, arremetendo contra o ministro de Deus e "fazendo-o em pedaços". O autor da façanha foi o principal dos potiguares, Jerera, que, empunhando uma adaga, feriu de morte o Pe. André"( PEREIRA, F. de Assis. Protomártires do Brasil, p.16s).
Os que haviam se refugiado na casa do senhor de engenho tiveram a mesma sorte. Após a igreja, esta foi invadida. Três conseguiram fugir escapando pelos telhados. Os outros tentaram se defender como puderam, mas também foram mortos.
A disposição dos fiéis à hora da morte era a de verdadeiros mártires, ou seja, aceitando voluntariamente o martírio por amor a Cristo. Os assassinos agiam em nome de um governo que hostilizava abertamente a Igreja Católica, a religião do governo português, do qual eram adversários. As vítimas tinham plena consciência disso.
De toda essa numerosa multidão de mártires, cerca de 70 pessoas, apenas duas foram identificadas, e, por isso, beatificadas: Pe. André de Soveral e Domingos de Carvalho.



Martírio de Uruaçu
A notícia do massacre de Cunhaú espalhou-se por todo o Rio Grande e capitanias vizinhas, deixando a população aterrorizada, temendo novos ataques dos tapuias e potiguares, instigados pelos holandeses. Mesmo suspeitando dessa conivência do governo holandês, alguns moradores influentes pediram asilo ao comandante da Fortaleza dos Reis Magos. Assim, foram recebidos como hóspedes o vigário Pe. Ambrósio Francisco Ferro, Antônio Vilela, o Moço, Francisco de Bastos, Diogo Pereira e José do Porto.
Beato Ambrósio Francisco, presb.
Os outros moradores (a grande maioria), não podendo ficar no Forte, assumiram a sua própria defesa, construindo uma fortificação na pequena cidade de Potengi, a 25 quilômetros da Fortaleza.
Enquanto isso, Jacó Rabe prosseguia com seus crimes. Após passar por várias localidades do Rio Grande e da Paraíba, chegou a setembro à Casa Forte do francês João Lostau Navarro, a poucos  quilômetros de Natal. Vários moradores foram mortos e o proprietário, por ser estrangeiro, foi levado ao Forte dos Reis Magos. No Forte encontrou-se com os nossos conhecidos hóspedes e outro prisioneiro, Antônio Vilela Cid. Este era acusado de cumplicidade na morte de um holandês e de fazer parte de uma conspiração pela expulsão dos holandeses.
Rabe foi então à Potengi, e encontrou heroica resistência armada dos fortificados. Como sabiam que ele mandara matar os inocentes de Cunhaú, resistiram o mais que puderam, por 16 dias, até que chegaram duas peças de artilharia vindas da Fortaleza dos Reis Magos. Não tinham como enfrentá-las.
Depuseram as armas e entregaram-se nas mãos Deus. Cinco reféns foram levados à Fortaleza: Estevão Machado de Miranda, Francisco Mendes Pereira, Vicente de Souza Pereira, João da Silveira e Simão Correia.
Desse modo, os moradores do Rio Grande ficaram em dois grupos: doze na fortaleza e o restante sob custódia em Potengi.
Dia 2 de outubro chegaram ordens de Recife mandando matar todos os moradores, o que foi feito no dia seguinte, três de outubro. Os holandeses decidiram eliminar primeiro os 12 da Fortaleza, por serem pessoas influentes, servindo de exemplo: o vigário, um escabino, um rico proprietário. Foram embarcados e levados rio acima para o porto de Uruaçu. Lá os esperava o chefe indígena potiguar Antônio Paraopaba e um pelotão armado de duzentos índios seus comandados. Este chefe fora educado na Holanda e convertido à religião calvinista, da qual era fanático defensor. Mais tarde os holandeses o fizeram regedor dos índios da Capitania do Rio Grande.
Logo que chegaram, os flamengos ordenaram aos doze que se despissem e ajoelhassem. Chamando os índios, que estavam emboscados, estes cercaram os pobres indefesos e deram início à requintada carnificina que se seguiu.
Mons. Assis, o postulador da causa desses nossos queridos beatos, por dever de ofício e necessária precisão histórica, narra os tormentos e crueldades praticados tanto por índios como por holandeses (PEREIRA, F. de Assis. Protomártires do Brasil, p. 36-44; também p. 109-114)...
Impossível ler aquelas páginas e não chorar! Santo Deus! Como resistiram a tanta crueldade? Só mesmo a força da graça divina, que se manifesta na fraqueza humana, pode explicar o heroísmo desse transe! Antes de receberem a palma do martírio na Glória do céu, o mínimo que lhes aconteceu foi terem olhos, orelhas e línguas arrancadas, órgãos sexuais cortados e colocados em suas bocas...ainda vivos! Os que não morreram por essas e outras crueldades, começaram a ter os membros cortados, e, dessa forma, entregaram a alma a Deus. Depois de mortos, a barbárie continuou, e seus corpos foram feitos em pedaços... Em contraste a essa violência, temos a atitude serena e profundamente cristã das vítimas. Além disso, importantíssimo para a caracterização do martírio pela fé, foi justamente a presença de um pastor protestante calvinista, que tentou fazê-los abjurar a fé católica e converterem-se à religião dos flamengos. Confessaram a alta voz que morriam na verdadeira fé:
"Pedindo todos a Deus que tivesse deles misericórdia, e lhes perdoasse suas culpas e pecados, protestando que morriam firmes na santa fé católica crendo o que cria a santa madre Igreja de Roma" (SANTIAGO, D. L.. História da Guerra de Pernambuco, p. 346, citado em: PEREIRA, F. de Assis. Protomártires do Brasil, p. 38)
É importante ser ressaltado isso, pois não era simplesmente uma perseguição política. Era claro para as vítimas que ceder aos invasores era ceder aos hereges calvinistas; era trair ao Rei, o soberano português, e à Religião Católica. Era esse o sentir das pessoas então; vencer e expulsar os invasores era defender a pátria e vencer para Deus e a verdadeira fé. Nas atrocidades do martírio também se manifesta o ódio à fé católica por parte dos assassinos, pela forma como foi tratado Pe. Ambrósio: por ser sacerdote, estando ainda ele vivo, foi mais duramente torturado. Quanto aos outros moradores que estavam presos em Potengi, também eles não tinham mais ilusões de que sobreviveriam, e teriam o mesmo fim que os inocentes fiéis de Cunhaú.
Aguardavam o martírio em clima de grande religiosidade. Dentro da fortificação, que se tornou cadeia, eram realizadas orações, procissões, jejuns e penitências fortíssimas. As penitências foram tantas que seus corpos depois as denunciavam antes de serem sepultados.
Embora somente os homens é que deveriam ser levados para a morte, sabe-se que algumas mulheres com seus filhos acompanharam os chefes de família e foram  também sacrificados. Quando os soldados holandeses vieram buscá-los, sabiam que iam para o suplício:
"Despediram-se os miseráveis de suas mulheres e filhos com muitas lágrimas, pedindo-lhes com muita eficácia que, pois iam morrer por seu Deus e inocentes, que lhes encomendassem as almas a seu Criador, e a quem pelo caminho foram pedindo perdão de seus pecados, dando-lhe muitas graças. Mui conformes por morrerem daquela sorte, e, antes de serem chegados ao sítio, teatro de crueldade e tirania jamais vista, foram cercados pelos índios, e em chegando viram os cadáveres de seus companheiros e vizinhos que ainda palpitavam com as feridas, com cuja vista não desmaiaram, antes deram a Deus muitas graças consolando-se uns aos outros, e protestando que morriam firmes na fé católica romana.". (PEREIRA, F. de Assis. Protomártires do Brasil, p. 40s)
Beato Mateus Moreira, leigo
  Repetiram-se então as piores atrocidades e barbáries, que os próprios cronistas da época sentiam pejo em contá-las, porque atentavam às leis da moral e modéstia. Em Uruaçu foram mortos os principais moradores de Natal, que por medo dos índios e holandeses tinham se refugiado na Fortaleza dos Reis Magos e na fortificação de Potengi.  Calcula-se em torno de 80 pessoas.
  Merece destaque também o martírio do leigo Mateus Moreira que teve o coração arrancado do peito pelas costas. Quando o carrasco arrancou seu coração, milagrosamente ainda teve forças para bradar em alta voz: "Louvado seja o Santíssimo Sacramento". Foi proclamado Padroeiro dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão.



Oração: Para pedir a Deus graças pela intercessão dos Bem-Aventurados Mártires de Cunhaú e Uruaçu:
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo: olhai para o sacrifício e para o sangue que vossos Bem-Aventurados Mártires Padre André de Soveral, Padre Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e Companheiros derramaram em terras brasileiras, testemunhando seu amor, fé e fidelidade a Vós e à Vossa Santa Igreja Católica!
Esses mártires nos deixaram precioso e belo exemplo de constância e perseverança na vida cristã, levada de forma séria, decidida e valorosa, até ao oferecimento da própria vida.
Concedei a nós, que invocamos sua intercessão e proteção que, do Céu, nos alcancem a mesma fé e a mesma caridade que os inflamava! Alcançai-nos também a graça _____________, que tanto necessitamos, se for para o nosso bem, para Vossa maior glória e a de vossos bem-aventurados mártires.
Santíssima Virgem Maria, Rainha dos Mártires, rogai por nós! Amém!

2 comentários:

José João Bosco Pereira disse...

Beatificação Santíssima Trindade, que ornastes vosso servo Roberto Giovanni com a graça da consagração religiosa e tendo ele dedicado toda a sua vida para manifestar o amor a Vós, na prática da caridade para com todos que o procuravam, suplicamos a graça da Beatificação deste vosso servo, em razão das virtudes heroicas testemunho cristão que nos deu.
Imploramos, pela sua intercessão, a graça de que necessitamos (fazer o pedido).
Por Cristo nosso Senhor, Amém!Pai Nosso, Ave Maria, Gloria ao Pai...

BEATA LAURA VICUÑA - 22 DE JANEIRO - Testemunho de fé e de oferta agradável a Deus.
(...) Na solenidade da Imaculada Conceição,em 08 de dezembro de 1901, recebe a fita de admissão como Filha de Maria. Foi beatificada pelo Papa João Paulo II, em 1988. Laura Vicuña é invocada como padroeira das pessoas que são vítimas de maus tratos pelos parentes.Laura Vicunã, carta de amor e de sacrifício, ternura de Deus e modelo para os nossos adolescentes e jovens.http://marcioreiser.blogspot.com.br/2011/01/beata-laura-vicuna.html

Beatificação: Nhá Chica: Deus nosso Pai, vós revelais as riquezas do vosso Reino aos pobres e simples. Assim agraciastes a Bem-Aventurada Francisca de Paula de Jesus, Nhá Chica, com inúmeros dons: Fé profunda, Amor ao próximo e grande Sabedoria. Amou a Igreja e manteve uma terna devoção à Imaculada Conceição.Por sua intercessão, concedei-nos a graça de que precisamos (pedir a graça). Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espíto Santo. Amém. Casa Branca/SP-CEP 13700-000
http://www.nhachica.org.br/sobre-a-nha-chica-oracoes.php

Dizia Mamãe Cecília: “A oração é para mim como para todos a força e o consolo na vida”. Essa certeza vivida por ela, expressa a sua união com Deus e a vivência do mistério da cruz, experimentado no dia a dia.
Oração: Santissíma Trindade, estando presente na minh'a alma pela vossa graça eu vos adoro.
Santissíma Trindade, estando presente na minh'a alma pela vossa graça, fazei que eu vos ame sempre mais. Santissíma Trindade, estando presente na minh'a alma pela vossa graça, fazei que eu seja santo. Ó Maria, fazei que eu viva em Deus, com Deus e para Deus. Amém
Oferecimento ao Pai, por Cristo: Pai celeste, pelo coração imaculado de Maria, ofereço-vos o vosso filho diletíssimo e n'Ele, com Ele e por Ele a minha pessoa em todas as intenções d'Ele e por todas as criaturas. Amém.http://www.fcmaria.org.br/site/oracoes/

Beatificação de Dom Luciano: “ninguém acende uma lâmpada e a cobre com uma vasilha ou a coloca embaixo da cama, mas a coloca no candeeiro, para que os que entram vejam a luz” (Lc 8,16). Em tempos de escuridão, devemos ajudar os outros e enxergar a luz! Por isso, compartilhamos com vocês a oração pela beatificação e pela canonização de Dom Luciano, que começou a ser divulgada na Arquidiocese de Mariana:
"Ó Deus, fonte de vida e santidade, nós vos louvamos e bendizemos pelas virtudes com que ornastes Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, especialmente o amor aos pobres, a disponibilidade para servir e o empenho na defesa da vida e da dignidade humana. Para vossa maior glória, dignai-vos elevar esse vosso servo à honra dos altares e concedei-nos, por sua intercessão, as graças que vos suplicamos." Foi um religioso jesuíta e bispo católico brasileiro. Foi o quarto arcebispo de Mariana. https://pt.wikipedia.org/wiki/Luciano_Mendes_de_Almeida

José João Bosco Pereira disse...

Há, no Brasil, 6 santos canonizados oficialmente pela Igreja Católica; 81 beatos; 10 veneráveis; 60 servos de Deus; 11 com fama ou "odor" de santidade junto com uma multidão de cristãos reconhecidos pelo povo de Deus no Brasil.

“Foi Ela quem tudo fez!” Dom Bosco se referia à maternal intercessão de Nª. Srª Auxiliadora nos oratórios e na congregação Salesiana.

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_santos_brasileiros
“Foi Ela quem tudo fez!” A comemoração de N. Sra. Auxiliadora na OSSJB - SALESIANOS

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